A cultura popular pulsa nos tambores do Coletivo AfroCaeté e vai inundar os palcos do Quinta no Arena de batuque e alegria
♪♫ Quando o sorriso COLETIVO inundar a praça/ Com sua onda sonora
Vixe Maria, valei-me nossa Senhora !
Coisa mais linda de se ver e de ouvir...♫♪
Coisa mais linda de se ver e de ouvir...♫♪
Abrindo o mês da consciência negra, o Coletivo AfroCaeté
traz para o público o show Uma batida entre sopros e cordas, uma
grande miscelânea de ritmos da cultura popular alagoana com foco na percussão,
em especial no maracatu. Serão músicas instrumentais e do cancioneiro popular e
afro das Alagoas.
O espetáculo musical faz parte do calendário do projeto
Quinta no Arena, Edição 2012 e acontecerá no próximo dia 1º de novembro, no
Teatro de Arena Sérgio Cardoso, anexo ao teatro Deodoro, a partir das 19 horas.
Além dos músicos do Coletivo, o grupo conta com participações para lá de
especiais. Abrindo a lista de convidados está o Patrimônio Vivo de Alagoas,
Chau do Pife que já tem relação de longa data com o AfroCaeté. Seguem com a
presença do diretor do Museu Theo Brandão, o antropólogo e músico Wagner
Chaves, o pandeirista e uma das revelações do coco alagoano da nova geração,
Fagner Dubrown além de algumas surpresas.
Além da apresentação com formação reduzida dentro do Teatro
Sérgio Cardoso, o grupo completo, com cerca de 50 integrantes fará um pequeno
cortejo no pátio do centenário Teatro Deodoro. O espetáculo é uma oportunidade
de presenciar a exuberância e força da cultura popular, que resiste ao tempo e
segue encantando e contagiando as novas gerações.
O Coletivo
O Coletivo AfroCaeté é um grupo que admira e vivencia a
musicalidade e a cultura popular e afro alagoana desde 2009. Formado por
instrumentistas, donas de casa, psicólogos, antropólogos, administradores,
jornalistas e estudantes, o que liga este grupo tão diverso, com cerca de 50
componentes, dos 3 aos 50 anos de idade, é a paixão pela terra das Alagoas e
pelo ritmo contagiante dos tambores.
"Acreditamos na arte como instrumentos de transformação
de pessoas e realidades. Defendemos o respeito à diversidade acima de qualquer
preconceito. Orgulhosos de nossas origens levamos nosso batuque como reverência
aos nossos heróis: índios e negros massacrados que em troca nos legaram o
tesouro da cultura popular que brota nestas terras. Por isso, somos o que todo
alagoano é: afro caeté!", defende Ábia Marpin, integrante do grupo e
produtora cultural.
♪♫...COLETIVO AfroCaeté mais que um grupo percussivo é um instrumento de transformação/ Um pé no presente outro na tradição ♫♪
(Mauro Fabiani)
Serviço:
Espetáculo musical Uma
batida entre sopros e cordas
do Coletivo AfroCaeté
Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao
Teatro Deodoro)
Dia 01 de novembro, a partir
das 19
horas.
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia
entrada)
Vendas: bilheteria do Teatro
Deodoro
Informações: 82 8845-4068
ou www.coletivoafrocaete.blogspot.com
Coletivo AfroCaeté na Aldeia Sesc 2012
♫ ♪ Vim das tribos e das Aldeias
é índio, branco e negro o sangue corre em minhas veias...
Sou Coletivo AfroCaeté
venho até a avenida saudar nossa gente, nossa história
celebrar a vida, a luta, resistência e glória... ♫ ♪
O grupo percussivo Coletivo AfroCaeté participou da abertura oficial da Aldeia SESC Guerreiro das Alagoas 2012, no dia 14 de setembro e logo em seguida a sua apresentação no calçadão da Rua do Comércio saiu em cortejo até a unidade Sesc-Centro.
A Aldeia SESC Guerreiro das Alagoas é a maior mostra de artes não-competitiva aberta à participação de grupos e artistas profissionais e amadores de todo estado alagoano. Durante 10 dias, espetáculos de artes cênicas (teatro, dança, circo, performance e intervenções), música, cinema, literatura e artes visuais compõem uma intensa jornada cultural na cidade de Maceió.
Coletivo AfroCaeté é um grupo alagoano articulador de discussão e difusão cultural por meio de batuque, que tem como base o maracatu. O batuque das reminiscências ancestrais, reafirmando nossa “alagoanidade” perpassando pelas culturas populares, guardiã e hospedeira das tradições, as atuais manifestações estéticas urbanas. A valorização e reprodução dos ritmos alagoanos e nosso patrimônio cultural, empunhando gonguês, alfaias, agogôs, xequerês e caixas.
♪♫...caixa, alfaia, xequerê, gonguê, agogô
Coletivo AfroCaeté lembra o quebra de Xangô ♫ ♪
(Mauro Fabiani)
Hoje, 13 de setembro, o Coletivo AfroCaeté estará na feira da Reforma Agrária
12 de setembro de 2012
Por Rafael Soriano
Da Página do MST
Quarta-feira (12) iniciou a 13ª Feira da Reforma Agrária, realização anual do MST, na Praça Afrânio Jorge (Praça da Faculdade), Centro de Maceió (AL). Os feirantes, vindos de todo estado, trazem toneladas de produtos saudáveis das roças dos assentamentos e acampamentos de todo estado de Alagoas. A Cerimônia de Abertura ocorreu nesta quarta às 17h30.
“Na Feira, praticamos a venda direta do agricultor ao consumidor, o que é bom tanto para um como para o outro. O consumidor compra mais barato e o agricultor lucra mais, eliminando a figura do atravessador”, avalia José Roberto Silva, da direção nacional do MST.
“Na Feira, praticamos a venda direta do agricultor ao consumidor, o que é bom tanto para um como para o outro. O consumidor compra mais barato e o agricultor lucra mais, eliminando a figura do atravessador”, avalia José Roberto Silva, da direção nacional do MST.
Uma diversidade de produtos da Reforma Agrária já toma as ruelas da Feira, a exemplo do grande número de aves, abóboras, beiju, raízes, bananas, laranjas etc.
A praça central da Feira abriga as barracas de alimentação, que comercializam o bode, a galinha de capoeira, tudo feito na hora para café da manhã, almoço e jantar. Além de tudo, é neste cenário que toma lugar todas as noites o festival de Cultura Popular, com atrações culturais da terra e a presença na Abertura da Feira do violeiro mineiro Pereira da Viola, grande nome da moda caipira no país, com trabalhos no Brasil e exterior.
Entre 12 e 15 de setembro, a população de Maceió poderá levar para sua mesa os produtos saudáveis, produzidos sob os princípios do convívio com o meio ambiente, sem a utilização de agrotóxicos. Outro diferencial são os preços, que seguem uma tabela limite, abaixo dos valores geralmente encontrados no mercado, tudo para fortalecer o diálogo entre campo e cidade em torno da importância da realização de uma Reforma Agrária Popular.






