terça-feira, 30 de outubro de 2012

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A cultura popular pulsa nos tambores do Coletivo AfroCaeté e vai inundar os palcos do Quinta no Arena de batuque e alegria



 Quando o sorriso COLETIVO inundar a praça/ Com sua onda sonora
Vixe Maria, valei-me nossa Senhora !
Coisa mais linda de se ver e de ouvir...
     


         Abrindo o mês da consciência negra, o Coletivo AfroCaeté traz para o público o show Uma batida entre sopros e cordas, uma grande miscelânea de ritmos da cultura popular alagoana com foco na percussão, em especial no maracatu. Serão músicas instrumentais e do cancioneiro popular e afro das Alagoas.

         O espetáculo musical faz parte do calendário do projeto Quinta no Arena, Edição 2012 e acontecerá no próximo dia 1º de novembro, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, anexo ao teatro Deodoro, a partir das 19 horas. Além dos músicos do Coletivo, o grupo conta com participações para lá de especiais. Abrindo a lista de convidados está o Patrimônio Vivo de Alagoas, Chau do Pife que já tem relação de longa data com o AfroCaeté. Seguem com a presença do diretor do Museu Theo Brandão, o antropólogo e músico Wagner Chaves, o pandeirista e uma das revelações do coco alagoano da nova geração, Fagner Dubrown além de algumas surpresas.

         Além da apresentação com formação reduzida dentro do Teatro Sérgio Cardoso, o grupo completo, com cerca de 50 integrantes fará um pequeno cortejo no pátio do centenário Teatro Deodoro. O espetáculo é uma oportunidade de presenciar a exuberância e força da cultura popular, que resiste ao tempo e segue encantando e contagiando as novas gerações.

         O Coletivo

         O Coletivo AfroCaeté é um grupo que admira e vivencia a musicalidade e a cultura popular e afro alagoana desde 2009. Formado por instrumentistas, donas de casa, psicólogos, antropólogos, administradores, jornalistas e estudantes, o que liga este grupo tão diverso, com cerca de 50 componentes, dos 3 aos 50 anos de idade, é a paixão pela terra das Alagoas e pelo ritmo contagiante dos tambores.
        
         "Acreditamos na arte como instrumentos de transformação de pessoas e realidades. Defendemos o respeito à diversidade acima de qualquer preconceito. Orgulhosos de nossas origens levamos nosso batuque como reverência aos nossos heróis: índios e negros massacrados que em troca nos legaram o tesouro da cultura popular que brota nestas terras. Por isso, somos o que todo alagoano é: afro caeté!", defende Ábia Marpin, integrante do grupo e produtora cultural.
  
♫...COLETIVO AfroCaeté mais que um grupo percussivo é um instrumento de transformação/ Um pé no presente outro na tradição      
(Mauro Fabiani)


Serviço:
Espetáculo musical Uma batida entre sopros e cordas
do Coletivo AfroCaeté
Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Teatro Deodoro)
Dia 01 de novembro, a partir das 19 horas.
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia entrada)
Vendas: bilheteria do Teatro Deodoro
Informações: 82 8845-4068 ou www.coletivoafrocaete.blogspot.com

         

sábado, 6 de outubro de 2012

Coletivo AfroCaeté na Aldeia Sesc 2012



♫ ♪ Vim das tribos e das Aldeias
é índio, branco e negro o sangue corre em minhas veias
...
Sou Coletivo AfroCaeté
venho até a avenida saudar nossa gente, nossa história
celebrar a vida, a luta, resistência e glória... 
♫ 

Foto: Clesiane Faustino

O grupo percussivo Coletivo AfroCaeté participou da abertura oficial da Aldeia SESC Guerreiro das Alagoas 2012, no dia 14 de setembro e logo em seguida a sua apresentação no calçadão da Rua do Comércio saiu em cortejo até a unidade Sesc-Centro.

A Aldeia SESC Guerreiro das Alagoas é a maior mostra de artes não-competitiva aberta à participação de grupos e artistas profissionais e amadores de todo estado alagoano. Durante 10 dias, espetáculos de artes cênicas (teatro, dança, circo, performance e intervenções), música, cinema, literatura e artes visuais compõem uma intensa jornada cultural na cidade de Maceió.

Coletivo AfroCaeté é um grupo alagoano articulador de discussão e difusão cultural por meio de batuque, que tem como base o maracatu. O batuque das reminiscências ancestrais, reafirmando nossa “alagoanidade” perpassando pelas culturas populares, guardiã e hospedeira das tradições, as atuais manifestações estéticas urbanas. A valorização e reprodução dos ritmos alagoanos e nosso patrimônio cultural, empunhando gonguês, alfaias, agogôs, xequerês e caixas.
...caixa, alfaia, xequerê, gonguê, agogô
Coletivo AfroCaeté lembra o quebra de Xangô ♫ 
                                                                                                         (Mauro Fabiani)


terça-feira, 2 de outubro de 2012

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